Ano 01 – n. 10/2013
Soube hoje que o colega Geomilson Alves Lima, advogado militante, foi vítima de uma agressão física e verbal, além de ameaça de morte no Foro Astolfo Serra, da Justiça do Trabalho.
À falta de um outro adjetivo uso “delinqüente”. Sim, delinqüente é quem se acha acima das leis, que tudo pode fazer e que, por suposta influencia sobre autoridades, desafia a tudo e a todos.
Mas delinqüente também cabe por se tratar de um sonegador fiscal, preso no RJ e recambiado pela diligente ação da Policia Civil do Maranhão
Só que o fato lamentável passou de todos os limites. Um profissional, no regular exercício de seu mister, foi covardemente agredido e ameaçado.
O que dirá a Justiça do Trabalho, que o fato ocorreu em suas dependências?
O que fará o Ministério Público, já que há consumação de crimes perpetrados e a se consumar (houve ameaça de morte) segundo me relatou o colega, alcançado pelo telefonema?
O que fará a Justiça, que concedeu “habeas corpus” ao delinqüente, mas que precisa ser segregado da sociedade, já que o mundo não é dos bárbaros há milênios e milênios?
O que fará a OAB além da nota de desagravo ao colega?
O que fará a sociedade? Continuará tolerando covardes desse tipo? Ficará indiferente?
A mim, como advogado e cidadão, cabe ser solidário ao colega. Mas não basta!
Minha parte se completa com este veemente protesto contra a covardia insana que atinge um bom cidadão e dedicado profissional. Afinal, todos os advogados (indistintamente) foram agredidos.
Prossiga firme, Geomilson. Não é porque existem covardes, insanos, sonegadores, enfim, criminosos, que a advocacia será abalada.
Minha solidariedade irrestrita. Meu protesto mais veente!
É a falta da observação das leis existentes no Pais. A tolerância exacerbada leva a esse tipo de situação. O afrouxamento no cumprimento das leis, também. Pior de tudo, a leniência da Justiça.