Ano 05 – vol. 09 – n. 10/2019
De quando em vez tenho sido levado a responder, para pessoas que se dizem de esquerda, para Petistas em particular e para alguns incautos que não odeio o Condenado Lula, figura que está mergulhada num lamaçal de corrupção, ontem confirmado pelo ex ministro Palloci em depoimento perante a Justiça Federal. De forma enfática disse do “pacto de sangue” correspondendo a trezentos milhões de reais.
Pois bem, eis-me aqui, mais uma vez, para dizer que o fato de criticar o que se vê, lê, constata etc.. não se aproxima em nada de sentir ódio. Sentir ódio é, por exemplo, manipular pessoas dividindo o país, com o discurso do “nós e eles”. Sentir ódio é usar–se de mantras que acentuar um sentimento de secessão de um povo.
Criticar, não. Ao criticar Lula, por exemplo, faço-o consciente de que ele traiu a minha geração com o mesmo utilitarismo com que culpou a mulher, depois de morta, pelo que já não poderia se defender.
Portanto, posicionar-se contra não significa ter ódio, sentimento que nem de leve me envolve.
Tenho, sim, um desprezo enorme por pessoas que não conseguem compreender nem mesmo a dimensão que possuem na vida.
Esse é o caso do Lula. Um ser abjeto, já condenado, o que deve ser confirmado em segundo grau, e que mergulhou, por si e por sua interposta pessoa, o país na maior crise moral e ética de toda a sua história. “Nunca antes na história” se viu tanta promiscuidade.
Não sou eu quem diz. É Antonio Palloci. Talvez ele possa ter ódio, não eu.