Ano 10 – vol. 02 – n. 08/2022
Não se engane o leitor. São intolerantes, sim, os que acusam pessoas do que elas mesmas são. E o fazem porque a mediocridade só lhes possibilita gritar para sufocar a razão, já que são estúpidos pela própria natureza.
Minha manifestação de hoje vai contra um gesto criminoso (que é mais do que intolerância) de um exemplar da bestialidade humana.
Refiro-me a um indivíduo, e aos seus comparsas, que está vereador em Curitiba e que liderou a invasão da igreja do Rosário. Ali, além de interromperem o exercício do direito de culto, proferiram insultos contra os fiéis e o corpo religioso. Como estandartes estavam bandeiras dos dois lixos que não conseguem se reciclar: PT e PCdoB.
Pois bem, esse tipo de gente, que desfere ofensas e calúnias contra as pessoas não tem a mínima condição de viver em sociedade. São os criminosos que omitem as mortes de milhões de pessoas vítimas de um regime totalitário e opressor que, de quando em vez, tentam implantar no Brasil.
Não preciso ir longe para lembrar que a Constituição da República assegura a liberdade de crença e o direito de culto, sendo criminalizado o embaraço, de qualquer forma, desse direito.
O acontecimento é o prenúncio da possibilidade, ainda que remota, apesar da mídia e de alguns setores do capital, de uma quadrilha mais do que organizada de voltar à cena do crime, sob o olhar manso, pacífico, e complacente, por isso mesmo conivente, das autoridades que deveriam estar protegendo o seu povo contra esse vilipêndio ultrajante.
Ontem falavam em regular a imprensa. Depois falaram em descriminalizar furtos e roubos, liberar abortos e drogas. Já falam abertamente no estudo de confiscos de poupança e instituição de tributos. Ontem foi o vilipêndio religioso.
É essa gente, que é contra o uso de armas para a população se defender, que invade propriedades, adora a impunidade, se afeiçoa com a criminalidade e se arvora de reclamar democracia.
Não pode haver perdão. Esse tipo de gente é desumana historicamente e vai continuar assim porque só resta uma alternativa: ou o povo acorda e, democraticamente tenha juízo e compreenda que ser governado por esse tipo de gente é o mesmo que ser governado por um criminoso preso. A diferença é que uns são esquecidos, outros são liberados, mas continuam criminosos.
Não há outra alternativa visível. Quem já defendeu este país um dia está de braços cruzados, vendo a banda passar “cantando coisas de amor”. Então, está em suas mãos escolher o que você pretende para si e para o seu país.
Não vi nenhuma autoridade se manifestando. Não vi nota da OAB, do Senado, da Câmara, do STF, da PR, nem sequer da CNBB. E por que não vi é que, solitariamente ou não, manifesto a minha indignação contra esse gesto bárbaro, imbecil, torpe e intolerante.
Sou e sempre serei Cristão, mesmo que se abata sobre o Brasil o caos de uma gente inservível para a vida, porque a laicidade do Estado não é um fundamento sequer constitucional. Que o Estado seja laico, mas que os Cristãos possam ter garantido o seu direito de cultuar e professar a sua fé. Apesar dos intolerantes.