UMA OBRA ATUAL

Ano 01 – n. 11/2013

Em “Tiranos e tirantes” de Carlos Taguari, Civilização Brasileira, é possível ver o poder de intromissão dos Estados Unidos na política interna dos países da América Latina.
Já li sobre o Haiti, a República Dominicana, a Guatemala e a Nicarágua. Leio, agora, sobre o Chile. Impressionante o que foi feito para desestabilizar Allende. Terminaram por contribuir com massacres que bem lembrar os campos de concentração nazista, que horroriza a todos.
Mas será que só a tragédia da Segunda Guerra é capaz de indignar? A resposta é SIM, para o vencedor, afinal, ele escreve a história ou o que sobrou dela!
Essa celeuma sobre a quebra de sigilo de comunicações do Brasil apenas tomou um requinte de modernidade técnica, mas sempre houve.
É preciso reavaliar a compreensão de interesses de uma nação, sob pena de se sentir falta do período da guerra fria. Naquela época ao menos os eixos mantinham um equilíbrio de forças. Hoje a hegemonia está às margens da opressão. E o pior: com o beneplácito dos organismos internacionais.
A obra é atual. Os fatos parecem os mesmos. O homem continua s aprender com o passado.
Lamentável!

A INSANIDADE COVARDE

Ano 01 – n. 10/2013

Soube hoje que o colega Geomilson Alves Lima, advogado militante, foi vítima de uma agressão física e verbal, além de ameaça de morte no Foro Astolfo Serra, da Justiça do Trabalho.

À falta de um outro adjetivo uso “delinqüente”. Sim, delinqüente é quem se acha acima das leis, que tudo pode fazer e que, por suposta influencia sobre autoridades, desafia a tudo e a todos.
Mas delinqüente também cabe por se tratar de um sonegador fiscal, preso no RJ e recambiado pela diligente ação da Policia Civil do Maranhão
Só que o fato lamentável passou de todos os limites. Um profissional, no regular exercício de seu mister, foi covardemente agredido e ameaçado.
O que dirá a Justiça do Trabalho, que o fato ocorreu em suas dependências?
O que fará o Ministério Público, já que há consumação de crimes perpetrados e a se consumar (houve ameaça de morte) segundo me relatou o colega, alcançado pelo telefonema?
O que fará a Justiça, que concedeu “habeas corpus” ao delinqüente, mas que precisa ser segregado da sociedade, já que o mundo não é dos bárbaros há milênios e milênios?
O que fará a OAB além da nota de desagravo ao colega?
O que fará a sociedade? Continuará tolerando covardes desse tipo? Ficará indiferente?
A mim, como advogado e cidadão, cabe ser solidário ao colega. Mas não basta!
Minha parte se completa com este veemente protesto contra a covardia insana que atinge um bom cidadão e dedicado profissional. Afinal, todos os advogados (indistintamente) foram agredidos.
Prossiga firme, Geomilson. Não é porque existem covardes, insanos, sonegadores, enfim, criminosos, que a advocacia será abalada.
Minha solidariedade irrestrita. Meu protesto mais veente!