Ano 08 – Vol. 11 – n. 53/2020
Da vergonha ver um filho não respeitar a honra de seu pai.
Chamado de bandido por um dos candidatos a prefeito de São Luís, o pai do seu concorrente não pode se defender. Estava internado na UTI.
Quando eu pensei que o ofendido fosse preserva a sua honra familiar e defender o seu pai ele se alia com o ofensor, como a patética afirmação: “Bola pra frente”.
Isto porque o ofensor teria “pedido des culpas publicamente”.
Quando a honra de alguém é ofendida, se houver respeito próprio, ela será defendida no mundo civilizatório, custe o que custar. Mas isto exige autorrespeito, integridade e percepção de paternidade e família.
A ofensa torpe não se apaga com afago. A vergonha é uma máscara que estará presente na história política do Maranhão.
O pior. Eu estou com vergonha alheia.