OPORTUNISMO MIDIÁTICO

Ano 09 – vol. 01 – n. 10/2021

OPORTUNISMO MIDIÁTICO

Não exige astúcia ao leitor para compreender que eu jamais votaria no PSol. Já cometi este erro uma vez quando votei no PT.
E por que não votaria de novo pela lição de traição e roubo da matriz, não posso confiar no PSol, a filial.
Aliás, CONFIAR é verbo intransitivo Seu sentido é completo e por isso, também, a confiança não se adquire pela metade. Ou se a tem ou não.
Pois não é que no próprio puxadinho do PT – o PSol – a confiança é algo que inexiste! Como sei?
Bom, concordando ou não com suas ideias, não se pode deixar de reconhecer a pujança de caráter e coerência – até onde eu conheço – da sra Luiza Erundina que se apresenta como candidata à sucessão na Câmara dos Deputados.
Disse a deputada ser lamentável que o puxadinho do PT “…negocie suas convicções e compromissos políticos históricos ao aderirão fisiologismo e à barganha por cargos na Mesa da Câmara”.
Eu jamais acreditei em partidos políticos, conquanto entidades que deveriam ser de intermediação de diálogos e viabilização de matérias programáticas. Não passam de feudos, quando não, organizações criminosas.
Permaneço com a minha convicção de que é possível candidaturas políticas sem filiação partidária apesar do que prevê a Constituição. Bastaria a inscrição eleitoral com registro nos órgãos eleitorais.
A decepção da sra Erundida pode ser até compreensível, mas inaceitável a esta altura da vida que, a alguns apodrece, mas não consegue amadurecer.
Nada há de sólido e novo em quem molda seus discursos sem consistência, inclusive teórica, e se põe pelas redes sociais a insultar tudo o que lhe contraria as ideia filosoficamente embasadas na fumaça.
Tudo não passa de oportunismo midiático, num país de loucos, larápios e quimicodependentes em frente aos quais surge uma câmera afoita por versões e sedenta por dinheiro.

Deixe uma resposta