Ano 10 – vol. 09 – n. 55/2022
Nunca antes na história do país um indivíduo se revelou tão inútil de modo a não conseguir articular argumentos lógicos. Arrisco a dizer que há sinais de insanidade.
É fato que quem confessa ser admirador de ditaduras de esquerda tem inoculado o vírus da destruição. É o caso. Basta ter bom senso para perceber.
No caso o delinquente chefiou uma quadrilha que subtraiu dos cofres públicos valores que financiariam muitos programas de vários governos e, quem sabe, debelariam problemas estruturais que o país possui. Mas o projeto não é o Brasil. São ditaduras que violam, com excessos próximos aos crimes cometidos pelos nazistas contra a humanidade, os direitos dos homens, mulheres, crianças etc.
Há os que fingem que não viram. Há os que negam e há os cúmplices. Eu não sei onde colocar quem emitiu um passaporte de impunidades e impropérios, mas uma coisa é certa. Há quem esteja com passaporte e visto prontos.
Há um fato inegável nessa tragédia. Não existe corrupção sem corruptor e corrupto porque a própria palavra exige ação bilateral em sua essência. Além disso, como foram repatriados valores vultosos? Como foram devolvidos somas astronômicas aos cofres públicos? Como foram encontradas malas, dinheiro em cueca etc., tudo gravado, veiculado pelo sistema televisivo? Bom, deste não se pode esperar mais fidelidade. São fiéis a interesses próprios. Subvertem versões, mas não conseguem mudar os fatos.
As comemorações oficiais e as de campanha política ocorridos no aniversário dos 200 Anos da Independência do Brasil revelaram um mar de gente que apoia a candidatura à reeleição do atual presidente. É o direito de cada um. Mas no debate exigido pela democracia melhor haver ideias tópicas sobre propostas ao invés de destemperos verbais infrutíferos.
Inconformado com a popularidade do seu adversário o ex-presidente e ex presidiário (alguns o rotulam como descondenado) resolveu incrementar seu já vasto balaio de impropérios. Desta feita insultou o povo brasileiro como sendo ele parecido com membros da Ku Klux Klan, com o despautério próprio dos apedeutas para sonorizar o que virou uma chuva de memes nas redes sociais: Cuscuz Clã.
É um ultraje. Essa organização (não o cuscuz) foi concebida no século XIX no Tennessee, nos Estados Unidos, com propósitos claramente de supremacismo branco, utilizando-se dos métodos mais bárbaros que os terroristas podem usar.
Não satisfeito em ultrajar um povo, pôs-se a lançar afirmações que nos eventos não apareceu um negro, um trabalhador, um pobre. Só brancos.
Lembrei do discurso da Av. Paulista em que esse indivíduo dividiu os brasileiros entre “nós e eles”, uma prática que bem traduz a metodologia do nazismo, do fascismo e do comunismo. Dividir para oprimir, porque é assim que essas ditaduras agem e sempre agirão.
Queiram seus defensores e simpatizantes ou não isto é um discurso de ódio. Eu só posso concluir que, além de uma estupidez, a razão e o discernimento escasseiam ainda mais na mente do demente que mente. Sim. Não há outra explicação para desejar conquistar voto insultado o eleitorado.
Pelo visto o capuz a que se reportou estava em sua própria cabeça, com a inscrição que víamos muito no ambiente de salas de aula nas revistas em quadrinhos: B-U-R-R-O.
Sem ofensa ao quadrúpede.