Ano 12 – VOl. 07 – N. 38/2024
É a esse cenário que chamam de cultura? É a essas pessoas que chamam de progressistas? É esse macaquinho que representa o Brasil? Lamento dizer: vocês são doentes.
França sempre foi sinônimo de civilização. A literatura, a música apaixonada, a alta costura, a perfumaria, enfim, o bom gosto. Mesmo com os excessos que gerações passadas acharam esquisito, como a queima de soutiens – para mencionar o mínimo- as escolas e academias sempre destacavam como exemplo aquele país-museu.
As ações libertárias como referencial icônico plantaram em minha geração a admiração de que ali era possível desafiar padrões com a certeza de que a evolução humana seria empurrada um passo adiante. Mas isso foi passado. O presente desmente o que mentira foi. Ninguém desmente verdade. Desmentir é sempre desmascarar a mentira presente em mentes verdadeiramente dementes.
O Olimpo hoje deve estar estarrecido com a imbecilização de uma nação subjugada por uma parcela considerável de um povo que perdeu a identidade e com ela o bom senso.
Sempre soube que os jogos olímpicos tinham na abertura um espetáculo de celebração e elegia às virtudes que celebram a humanidade. Já não sei o que esperar do encerramento.
Essa gente parece ser a mesma que fala em proteger florestas embora indiferente esteja com o inferno que o Pantanal e a Amazônia vivem hoje. Essa gente é a mesma que aponta o dedo e se põe acima do bem e do mal. Não o povo francês, mas parcela de celerados que passaram a destruir com discursos o que não conseguiram com as armas.
Não assisti à abertura dos jogos, mas vi picotes da tragédia que hoje compreendi o significado. Nem os gregos foram capazes de conceber.
Há um mundo doente. Há uma humanidade que retrocedeu e nem percebeu. Se percebeu se imbecilizou e acha que vilipendiar crenças e culturas é demonstrar sinal de civilização. É uma decadência, ou como eles mesmos dizem: C’EST LA DÉCADENCE!