Ano 12 – Vol. 07 – N. 37/2024
Li há poucos instantes no X, a rede do Elon Musk, post da CNN Brasil uma Fakenews mais do que induvidosa.
A “filial do Planalto” pretende que se compreenda que na votação da tal reforma tributária na Câmara dos Deputados a inclusão da carne na cesta básica, portanto, isenção de cobrança do imposto, teria sido graças ao presidente conduzido judicialmente ao cargo.
Para que não haja qualquer sombra de dúvidas é necessário enfatizar: é mentira. Não apenas Fakenews, em português a palavra é mentira.
Com isto quero me filiar ao discurso de oposição? Não, embora com ele concorde em muitas coisas. Mas há algo que não deve ter lado: a verdade.
A verdade é que a oposição foi mobilizada e articulou a vitória da emenda excluindo a carne da taxação do “Taxade”, como o Hilário é conhecido.
Portanto, a cada dia fica mais clara a operação de controle das redes sociais: inventar versões como fatos e tornar factoides a verdade.
Essa ex-imprensa, como a rotula um amigo jornalista, não passa de uma espécie de casa de tolerância onde o freguês determina os preços e as posições. Subjugam a verdade à vontade do cliente ou do michê. Um lixo.
Portanto, é preciso que todos aqueles que tenham a compreensão do verdadeiro sentido do que é a liberdade se esforcem para uma insurgência contra esse estado de cousas. Liberdade é como gravidez: ou se está livre ou não. Não existe meio termo nesse direito fundamental.
Liberdade de informação não pode ser tratada como bem disponível, porque não existe meia informação. Ou se a tem por inteiro e verdadeira, ou há manipulação.
Por mais vadia que possa ser uma rameira (e existem as que não são) ela ainda assim cumpre o seu papel com dignidade, o que tem sido subtraído da imprensa desse naipe, porque para ela a $oma dos quadrados conduz a uma operação que ela mesma não quis ainda se convencer: a descredibilidade das letra$ que a história contará para as gerações futuras.